Resistência

Massacre de Mueda

A Administração colonial portuguesa na circunscrição de Mueda já tinha consciência sobre a existência, naquela zona do país, de nacionalistas na sua maioria camponeses com ideias claras da necessidade de se tornarem independentes.

O recrutamento de camponeses para os trabalhos forçados nas plantações de sisal em Mpanga e Nangalolo, a introdução do cultivo obrigatório de algodão e cimaumeiras em quase todo o Planalto dos Makondes mostrou cada vez mais o carárter opressor do colonialismo, facto que contribuiu para a fuga de muitos camponeses para Tanganyika.

Nos anos 60, a vila de Mueda era muito pouco povoada. Existiam na vila cerca de três estabelecimentos comerciais na sua maioria de indianos, tais como Nerú, Daúdi, Casa China e cerca de quatro aldeias na periferia de Mueda, nomeadamente, Nanyole, Napyehi, Loumwene e Mashalelo. 

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